Aeroporto de Viracopos

By on janeiro 14, 2015

Bonitinho, mas ordinário!




 Aeroporto Viracopos

Esta foi a primeira vez que estive no Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Meu voo saiu e chegou em Viracopos. Foi um voo internacional da Gol – mas isso eu conto em outro post, aqui vou focar na minha experiência em Viracopos, na esperança de ajudar futuros viajantes.

Meu voo saia às 1h30 da manhã e por isso precise programar bem todo o trajeto, já que moro em São Paulo. A Gol não oferece transporte para o Aeroporto de Viracopos (outras companhias como a Azul oferecem) então é preciso encontrar uma empresa de transporte rodoviário que faça o trajeto São Paulo-Viracopos. Encontrei a VB, que tem ônibus de uma em uma hora, partindo da rodoviária do Tietê (a passagem custa por volta de R$ 24,00 a ida e R$ 19,00 a volta).

A viagem dura cerca de 1h40 (cada trecho), e como era 22 de dezembro e chovia, decidi sair às 20h e exatamente às 21h40 eu estava no Aeroporto de Viracopos. Antes de falar do Aeroporto de Viracopos, uma pausa para registrar o conforto e a pontualidade do ônibus: ar condicionado, poltronas reclináveis, cortinas e pessoal muito atencioso.

Voltando a Viracopos: logo que você desce do ônibus você já está na frente do terminal aéreo, basta atravessar a rua. Chovia e este trajeto não é coberto, então fica a dica para levar guarda-chuva da próxima vez. Depois de atravessar todo o saguão de embarque, quando cheguei à área da Gol fui informada de que os voos internacionais saem de outro terminal e que é preciso pegar um transfer gratuito no próprio aeroporto para ir até lá. O trajeto é curto, menos de cinco minutos, e o novo terminal é bem novo e bonito (o que não significa que seja funcional e bom, ok?).

Vamos começar pelas coisas boas de Viracopos: o checkin é muito rápido, tem WIFI, tudo é muito organizado e os atendentes são super educados e solícitos. Padrão internacional de aeroporto no quesito design. Mas embora seja um aeroporto novo – este prédio pelo menos é – alguns detalhes fazem toda a diferença: por exemplo não há lanchonetes no terminal (eles disponibilizam uma mesa ao lado do portão da sala de embarque, com comidinhas para os passageiros J), nem casas de câmbio e poucos lugares para sentar (nenhum deles com pontos de energia para carregar celulares, por exemplo). Outra coisa chata é que existe horário para entrar na sala de embarque, obrigando todos a esperarem no terminal, sem nenhum conforto ou serviço.

Aeroporto Viracopos

Quando fui liberada para entrar na sala de embarque fui surpreendida. É tudo muito bonito, padrão internacional, os bancos para espera têm pontos de energia com entrada de tomadas e também de USB. Tem ainda duas lanchonetes. Mas lembra que eu disse que estava chovendo? Então, haviam muitas goteiras na sala de embarque e alguns bancos estavam molhados – espero que resolvam isso logo!

Freeshop: se você está esperando comprar muitas coisas no freeshop (tanto na ida quanto na volta) reprograme suas compras, pois a lojas são pequenas e sem muita variedade de produtos. Na volta eu procurei por um perfume e uma bebida e não encontrei. Produtos da MAC também não tem.

Na volta, aconteceu uma coisa muito engraçada, que me mostrou que Viracopos ainda não está pronto para receber muitos voos. Bonitinho, mas ordinário! Haviam apenas dois voos internacionais chegando. O meu, um voo da Gol, e um outro voo da Azul. Quando pousamos, o pessoal do avião nos avisou que nossas malas estariam disponíveis na esteira 6.  Haviam duas esteiras (6 e 7) na sala que fomos direcionados. Nenhuma delas mostrava as informações do voo, foi então que um atendente de Viracopos informou que nossas malas sairiam na esteira de número 7 e não mais de número 6. Todos então mudaram de lugar. Três minutos depois, a esteira 6 começou a funcionar e o atendente desesperado falava com alguém avisando que a esteira 6 era do voo da Azul, que ainda não havia chegado. Minha primeira mala saiu na esteira de número 6 e todos voltaram para lá. No entanto, saíram apenas 9 malas e a esteira parou. O atendente voltou a dizer que as malas sairiam na esteira 7 e a mesma começou a funcionar e todos mudaram de lugar outra vez. Uma bagunça e desorganização. Minha segunda mala foi uma das últimas na esteira de número 7, e quando deixei a sala de bagagem, ao voo da Azul ainda não havia chegado.

Foi então que chegou a hora mais temida: alfândega. Todos temiam que em Viracopos o pessoal da alfândega seria mais rigoroso, mas foi super tranquilo. Eles fazem uma triagem aleatória (igual a Guarulhos) e passam as malas no RX, se não tiver nada que chame a atenção, você está liberado. Vale disser que os agentes são super educados e atenciosos.

Para voltar a São Paulo de ônibus, basta fazer o caminho inverso da ida: pegar o transfer gratuito para o outro terminal, comprar a passagem e atravessar a rua para as plataformas rodoviárias.


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Sobre Lu Moreno

Jornalista, relações públicas, especialista em comunicação integrada à marketing e gestão de crise. Apaixonada por sapatos, maquiagem, brigadeiros, viagens, séries de TV, decoração e pela vida. Este é o espaço que dedico às minhas paixões. @lumoreno2006

2 Comments

  1. Arlete

    abril 7, 2015 at 8:41 pm

    que da hora, vou compartilhar

  2. Cinara

    abril 8, 2015 at 11:53 am

    da hora o conteudo

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